Na reta final, volume sem diagnóstico vira ansiedade. A regra é simples: quanto mais perto da prova, menor deve ser a proporção de conteúdo novo e maior a de treino, correção e recuperação.

A unidade do plano é a semana. Escolha três prioridades mensuráveis, reserve um simulado e feche o ciclo corrigindo os erros.

De 90 a 61 dias: construir a base útil

Faça um diagnóstico por área e classifique cada tema em três grupos: domino; erro por distração; ainda não domino. Priorize o terceiro grupo quando ele for recorrente na banca, sem abandonar questões do primeiro.

De 60 a 31 dias: treinar decisão e tempo

Aumente a frequência de blocos cronometrados. Não basta saber resolver: é preciso reconhecer quando avançar, quando pular e quando voltar. Corrija no mesmo dia ou na manhã seguinte, enquanto o raciocínio ainda está acessível.

Últimos 30 dias: consolidar e proteger desempenho

Evite abrir frentes enormes. Priorize provas completas, fórmulas e conceitos de alto retorno, redação e recuperação. Ajuste sono e alimentação ao horário real da prova.

Uma semana possível

DiaBloco principalFechamento
SegundaPrioridade 1 + 15 questões3 erros anotados
TerçaPrioridade 2 + redaçãoRevisar tese e argumentos
QuartaPrioridade 3 + 15 questõesFlashcards essenciais
QuintaBloco cronometradoCorrigir estratégia
SextaRevisão dos errosPlanejar sábado
SábadoSimulado ou prova anteriorCorreção parcial
DomingoCorreção + descanso3 prioridades da semana

Como saber se o plano funciona

Acompanhe três números: percentual de acertos por área, tempo médio por questão e reincidência do mesmo erro. Horas estudadas ajudam a medir esforço, mas não mostram sozinhas se você está aprendendo.

Faça agora:

Use o simulado diagnóstico gratuito, anote o conceito que errou e transforme-o na primeira prioridade da semana.